Friday, May 22, 2009

Inscrição no Europan 10 termina a 29 de Maio

Está a decorrer até ao próximo dia 29 de Maio o prazo de inscrição na edição 10 do Concurso Europan, que este ano coloca à consideração dos candidatos 62 sítios participantes de 19 países europeus.

É possível consultar  no site do concurso – www.europan-europe.com – os relatórios ads visitas acompanhadas aos locais e ainda as respostas aos pedidos de esclarecimento solicitados pelos concorrentes.

A data limite de entrega das propostas é 29 de Junho.

 

Thursday, May 21, 2009

Electrolux Design Lab 2009

Candidaturas até 31 de Maio

A Electrolux, líder global em aparelhos domésticos e aparelhos para utilização profissional, celebra este ano o seu 90ª aniversário, lançando como temática da edição deste ano do Design Lab "Design para os próximos 90 anos".

O desafio lançado para a 7ª edição deste concurso é a criação de aparelhos domésticos cuidadosamente concebidos para irem ao encontro da forma como as pessoas preparam e armazenam os alimentos, lavam a roupa e loiça nas próximas nove décadas.

As ideias desenvolvidas deverão ter em conta os principais insights do consumidor, ou seja, deverão ser adaptáveis no tempo e espaço, gerar aprendizagem e permitir a individualização.

"Procuramos ideias e soluções realmente ousadas" refere Henrik Otto, Vice-presidente Senior do Global Design na Electrolux no vídeo de apresentação sobre o concurso "Call for entries" (ver em: http://www.youtube.com/watch?v=wS562z_mm8I).

O Electrolux Design Lab 2009 tem como Primeiro Prémio 5.000 € e um estágio de seis meses num dos centros de design da Electrolux. O segundo e terceiro prémio são de 3.000 € e 2.000 €, respectivamente.

Via: http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=99536&Itemid=375

Concurso para a criação do novo logótipo para produtos biológicos da UE

Com o objectivo de criar um logótipo Europeu para produtos biológicos, inteligente e criativo, a UE proporciona aos jovens talentos europeus a oportunidade de conceberem o design do logótipo, que será exibido em milhões de embalagens de produtos. O novo logótipo da UE para produtos biológicos será obrigatório para todos os produtos biológicos pré-embalados originários dos 27 Estados-Membros que cumpram as normas de rotulagem. Além disso, todos os produtos biológicos que não sejam previamente embalados e que sejam originários da UE, ou importados de países terceiros, podem usar o logótipo da UE voluntariamente.

Todos os cidadãos da UE inscritos numa instituição de ensino superior de arte ou design, sedeada na EU, são convidados a participar neste concurso internacional único de design. Serão seleccionados três vencedores. O vencedor do primeiro prémio receberá um prémio monetário no valor de 6000 Euros, enquanto o segundo e o terceiro classificados receberão 3500 e 2500 Euros, respectivamente. As candidaturas podem ser submetidas no website www.ec.europa.eu/organic-logo, criado especialmente para esta concurso, até 25 de Junho de 2009.

O Concurso do Logótipo da UE para Produtos Biológicos terá como júri um grupo de especialistas da área da agricultura e produção biológica, e profissionais de design internacionalmente reconhecidos. Os proeminentes membros do júri incluem o Professor, Doutor Honorário, Director de Criatividade & Parceiro de Gestão Erik Spiekermann da Alemanha; Riita Brusila-Räsänen, Professora de Design Gráfico na Universidade da Lapónia / Finlândia; Szymon Skrzypczak, um galardoado jovem designer polaco; Elisabeth Mercier, Directora da Agência BIO da França; Urs Niggli, Director do Instituto de Pesquisa de Agricultura Biológica (FiBL) da Suíça; Tom Václavík, um especialista de marketing de produtos biológicos da República Checa e Presidente da Associação Internacional dos Retalhistas de Produtos Biológicos; e Craig Sams, o Presidente da Associação de Solos do Reino Unido. O júri do concurso será presidido por Rob Vermeulen, antigo presidente da Associação Pan-Europeia de Design de Marcas. 

Findo o prazo de candidatura, o júri seleccionará os melhores projectos que serão então apresentados no website do concurso na qualidade de candidatos oficiais. Todos os cidadãos europeus serão convidados a participar na selecção do logótipo vencedor através de votação online no seu candidato preferido. No Verão de 2010, o vencedor e os segundo e terceiro classificados serão convidados para a cerimónia de entrega de prémios em Bruxelas, onde o Comissário Europeu responsável pela Agricultura e Desenvolvimento Rural lhes entregará os respectivos prémios.

O concurso desafia os estudantes a conceberem um logótipo original e atractivo, que conjugue os vários aspectos da agricultura e produção biológica. Além disso, o júri avaliará as criações em conformidade com a sua universalidade, a sua compreensibilidade sem a utilização de palavras, a sua clareza de apresentação e a sua intemporalidade. Os termos e condições de participação podem ser consultados no sítio da internet www.ec.europa.eu/organic-logo.

 

Norman Foster galardoado com Prémio Príncipe das Astúrias

O arquitecto Norman Foster foi galardoado com o prémio Príncipe das Astúrias das Artes. A Fundação que atribui o prémio descreve o trabalho do britânico como obras artísticas capazes de definir a arquitectura dos nossos tempos e de fazer avançar a cultura.

De acordo com a edição electrónica do jornal «El País», o júri qualificou Foster como um «arquitecto da era global» cuja obra tem um «alcance universal» com um «domínio original do espaço, da luz e da matéria». A sua obra destaca-se «pelo compromisso constante com os valores mais nobres da arquitectura e pela abertura à inovação», destacou a Fundação.

Foster junta-se a outras estrelas mundiais, que também receberam a distinção, como Margaret Atwood, Oscar Niemeyer, Paul Auster ou Woody Allen.

O galardoado afirmou estar «emocionado por receber o prémio» e considera que é «uma honra enorme e um reconhecimento maravilhoso da importância do desenho como catalisador na melhora da qualidade de vida».

Das suas obras mais importantes destacam-se as Torres Hearst em Nova Iorque, o Gerkin em Londres, a Torre da Caja Madrid, o metro de Bilbau e o aeroporto de Pequim na China.

http://www.facebook.com/ext/share.php?sid=99611703382&h=SMq_n&u=AUEiK&ref=mf

 

CML homenageia técnicos dos projectos dos Olivais e de Chelas

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) homenageou hoje os funcionários do antigo Gabinete Técnico de Habitação que há 50 anos desenvolveu um trabalho pioneiro, materializado nos bairros dos Olivais e de Chelas.

Entre os cerca de 900 homenageados, encontram-se figuras da Arquitectura e Engenharia portuguesas como os arquitectos Nuno Portas, Nuno Teotónio Pereira, Gonçado Byrne, Tomás Taveira e Francisco Silva Dias e o engenheiro Aquilino Ribeiro Machado, primeiro presidente da Câmara depois do 25 de Abril, entre outros.

«Alguns são referências da Engenharia e da Arquitectura mas todos eles, mais ou menos conhecidos, são uma referência do trabalho desenvolvido na cidade», disse o presidente da Câmara, António Costa.

O autarca falava na homenagem ao Gabinete Técnico de Habitação, que decorreu hoje no Foro Lisboa, onde foi também inaugurada uma exposição sobre aquele serviço municipal, que inclui a maqueta original dos Olivais.

O gabinete foi criado em 1955 e terminou em 1990, contribuindo para a expansão urbanística da cidade e para o acesso à habitação.

Foi criado inicialmente para intervir nas zonas de Olivais (Norte e Sul) e Chelas, no âmbito de um decreto-lei que tinha como objectivo resolver a crise habitacional em Lisboa.

Segundo informação distribuída pelo Programa Local de Habitação, da vereadora Helena Roseta, que promoveu a homenagem, «a intervenção maciça de arquitectos e outros técnicos no maior conjunto de habitação social até então planeado foi uma escola de projecto colectivo e multidisciplinar».

Os projectos desenvolvidos destacaram-se pela intervenção da arquitectura paisagística, pela integração na arte pública na habitação social, no caso dos Olivais, e na aposta do espaço público como princípio do desenho urbano, no caso de Chelas.

Diário Digital/Lusa

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=389072

 

 

Wednesday, May 13, 2009

inner city - apresentação do workshop

 


WORKSHOP LUGARES EFÉMEROS
inner city

6 propostas de intervenção para 6 espaços da cidade do Porto

O grupo de trabalho Inner City da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto irá apresentar os resultados do Workshop Lugares Efémeros, quinta-feira, dia 14 no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto, às 21.30.


Serão apresentadas as propostas para Asprela; Avenida da Boavista; Avenida Paiva Couceiro/Gustavo Eiffel; Avenida da Ponte/Aliados; Rua de Santa Catarina e Salgueiros

Monday, May 4, 2009

Residential Rooftop Sun Filter





Being back in the world of architectural practice after the brief graduate school respite, I find myself spending more and more time looking for and at materials and products and their applications. For me the last is the most important, as context is an overriding consideration for how certain pieces come together into a design. So when it came time to find a way to bridge this time spent into material for this blog, I decided to present certain findings as "architectural elements;" by which I don't mean the usual (columns, porticoes, canopies, balconies, etc.) but the atypical, the apparent threads I see across designs responding to new urban, social, environmental and other conditions. The idea is that other designers can find inspiration in the work of others, but also that the definition of architectural element can embrace the contemporary as well as the traditional.

To begin this new series that will present two or three projects per post (read: not exhaustive) expressing a particular architectural element, here are two residential designs -- one built, one in project form -- that treat the usable rooftop space via elements filtering sunlight.

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[Remsenburg Residence by Kiss + Zwigard Architects | image source]

The residence in Remsenberg, New York by Kiss + Zwigard Architects uses thin bamboo stalks on wood structure to shade both a seating area by the pool and a rooftop seating area. This appealing rooftop integrates a wood bench into a battered wall topped by what looks like native grasses. The sun filter wraps up the adjacent wall (to filter low sunlight) and is built around and upon a concrete-clad chimney that further anchors the small seating area underneath.

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[Remsenburg Residence by Kiss + Zwigard Architects | image source]

The tightly-spaced bamboo appears to filter overhead sunlight better than a typical trellis made from 1x4 lumber, which works well for low sun but not particularly well for high sun. The bamboo also provides an interesting overhead surface, where the the reduced sunlight is balanced by a lightness of construction.

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[Roof Progresso by Fernando Menis | image source]

In this 2007 project for the rooftop of an existing house in Santa Cruz de Tenerife architect Fernando Menis, like Kiss + Zwigard shades both the sides and the overhead planes, though Menis opts to integrate the two constructions in a way that breaks down the difference between the two.

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[Roof Progresso by Fernando Menis | image source]

The construction is a bit more substantial than the New York residence -- even though the scale of the space and existing residence is much smaller -- but Menis is able to achieve a dramatic cantilever with the larger pieces of lumber. The cantilever seems to reach out to people entering the rooftop and beckon them to sit underneath and enjoy the filtered sunlight.

Sunday, May 3, 2009

Highway Noise Barrier





One product of the two main components of sprawl -- dispersed living patterns and the high-speed roads that allow access to them -- is all too often relegated to engineers and manufacturers instead of designers, and therefore is all too often an eyesore. I'm talking about highway noise barriers, those walls erected along the sides of highways where development occurs, and where those in the development do not want to hear (or see) the cars speeding by.

Here's an example of a barrier frequently found along North American highways, basically steel piers with precast infill, the latter in this case treated to resemble a stone wall:

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[A small portion of the 7 million square feet of noise barriers installed by Durisol | image source]

This wall surely won't be winning any design awards, but it will continue to be installed by developers and jurisdictions that don't want to pay too much for what's becoming more and more required, as highways and dwellings creep ever closer together.

A couple projects previously featured on my weekly page show that the best case for raising the bar on the design of these barriers is to make them part of a building; in other words bring the architecture to the road, don't use the barrier to separate the two.

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[Acoustical Barrier + Hessing Cockpit by ONL | image source]

The Acoustical Barrier + Hessing Cockpit by ONL is easily the most high-profile recent project to tackle such a proposition. The one-mile stretch of highway that the wall parallels is treated to a lattice-work of steel structure holding up glass panels in a concave section, reflecting sound back to the highway. The "Cockpit" of the project's name -- a car showroom -- inhabits the center of the barrier's one-mile distance, a suitable use for a structure so wedded to its merchandise's favorite surface.

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[Acoustical Barrier + Hessing Cockpit by ONL | image source]

A few years before ONL pulled off that feat in the Netherlands, Jean Nouvel proposed a similar solution in Italy for Brembo, a manufacturer of automobile brakes. The Brembo Research Office, for good reason, also goes by the monicker "the Red Kilometer."

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[Brembo Research Office by Jean Nouvel | image source]

Completed last year, the facility's long red wall is an even stronger statement than the Dutch lattice-work, something appropriate to the land of Ferrari. Like the ONL design, Nouvel's barrier has a presence on both sides, in effect making something that is usually an afterthought the most important element of a building...and perhaps even the most important element of a highway.

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[Brembo Research Office by Jean Nouvel | image source]

Saturday, May 2, 2009

Habitable Bridges





Found in: http://archidose.blogspot.com

Using a bridge for something more than the movement of people and goods is not a new thing, as Italy's surviving Rialto Bridge (Venice) and Ponte Vecchio (Florence) attest. But their use for more than small kiosks, as habitable bridges, if you will, is a recent concept most overtly embraced by Steven Holl.

Back in the late 70's and early 80's Holl created a couple speculative projects for the Bronx and Manhattan, published as Pamphlet Architecture 1 and 7, respectively. The Gymnasium Bridge project linked the South Bronx to Randalls Island and the former, the Bridge of Houses project, sited dwellings on the High Line, which is being reused in a much less "habitable", but no less ambitious way.

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[Steven Holl's Gymansium Bridge (L) and Bridge of House (R) projects | source for both images]

About a decade later, in Holl's winning but unfortunately unbuilt entry to the Amerika-Gedenkbibliothek competition for Berlin's main library, he made a massive bowstring truss spanning from one arm of the building to the other the children's library, where the sloped floor would allow kids to lie down while reading. Unlike the two projects above, this design makes a strong formal statement with the bridge, emphasizing the importance of it in the project and Holl's thinking on this architectural element.

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[Model of Steven Holl's Amerika-Gedenkbibliothek | image source]

It took Holl another 20 years before he actually built what I'm calling a habitable bridge, with the Linked Hybrid mixed-use development in Beijing, China, now under construction. According to the architect, "This 'city within a city' envisions urban space-as well as all the activities that can support the daily life of over 2500 inhabitants. The 8 towers are linked at the 20th floor by a ring of cafes and services."

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[Linked Hybrid in Beijing, China by Steven Holl | image source]

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[Linked Hybrid in Beijing, China by Steven Holl | image source]

But, as can be seen in the plans and sections below, functions like a cafe, bookstore, and even a swimming pool are located in the ring between the buildings, not just alongside the tower cores. So this bridge becomes circulation and something else, whatever function is ascribed. Aside from the swimming pool (something I was shocked to find between buildings, given the water's weight, but the column free span does make it the natural place for it) the other spans look more flexible, so their functions will probably change over time; will a bookstore survive 20 floors up? Surely this ring brings to mind Le Corbusier's Unite d'habitation in Marseilles, France, whose raised shop level is used mainly for offices; mixed-use yet, but transformed from its intentions, as should occur here.

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[Linked Hybrid in Beijing, China by Steven Holl | image scanned from a+t's Density Projects | Click image for larger view with proper orientation]

Another project, one that could most suitably be called a habitable bridge, is the Heavy/Light House in Cadyville, New York (2004) by Dan Hisel Design.

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[Rendering of Heavy/Light House by Dan Hisel | image source]

According to the architect, "The Heavy/Light House project involves the conversion of a privately owned, abandoned railroad trestle into a guest house for one or two travelers. The program calls for a full bathroom, one bed, a small efficiency kitchen, dining area, living room and deck." Too bad it was never built.

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[Plan and section of Heavy/Light House by Dan Hisel | image source]

Friday, May 1, 2009

Vertical Garden





The seemingly impossible vertical gardens -- vegetation growing on soil-less vertical surfaces -- that are finding popularity in the ever-more-green-minded media and public are the almost single-handed product of one person: Patrick Blanc. Contributing to the architecture of many high-profile architects and their commissions, and the author of a forthcoming book on the subject, it's hard to deny the appeal of vegetation appearing to take over an architect's creation, something that might have only seemed possible with Photoshop until very recently.

Green vs. Stone
[Musée du quai Branly | photograph by rolando g]

The Musée du quai Branly in Paris, France by Jean Nouvel is one of Blanc's most well-known installations, overshadowing the architect's formal bravado on the museum's other faces. It makes the relationship between old and new striking, even though Nouvel picks up on the regular openings of the neighbor. It seems to indicate that now real vegetation is architectural ornament, where the old building only represented nature in the engaged Corinthian capitals.

Contrastes callejeros
[Detail of Musée du quai Branly | photograph by atwose]

Another recent, high-profile installation by Blanc is at the CaixaForum Madrid by Herzog & de Meuron. The vertical garden stands in opposition to the rusted steel mass protruding from the stone base. These two facades front a small plaza, making the vegetal wall a backdrop for art and/or a billboard for "green".

Of course, even though Blanc holds a copyright for his installations, this does not preclude others from attempting other vertical greenery. Coinciding with the AIA Convention in Boston next month is "Parti Wall, Hanging Green," a project by Young Architects Boston Group, comprised of Ground, Höweler + Yoon Architecture, LinOldhamOffice, Merge Architects, MOS, over,under, SsD, Studio Luz, UNI, and Utile.

The installation "will be suspended from the newly converted loft building known as The 1850, located at 90 Wareham Street in Boston’s South End. The five-story-high planted structure will face Wareham Street across from the pinkcomma gallery, where an exhibition of the installation’s collaborative design process and works of these ten firms will be on display."

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In Boston the installation will be as much a test (for the success of different plants in different systems) as an expression of the potential temporary uses of blank party walls throughout the city, something other cities also have too many of, making the success of the installation potentially exportable.